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ARTETERAPIA PODE SER FIGITAL


Figital é o termo utilizado para falar da fusão do físico com o digital. As gerações mais novas como a geração Z e a Alpha, tem no figital a sua forma de pensar e experimentar o

mundo.

Comprar o jantar no aplicativo (digital) e receber em casa (físico). Ir no restaurante (físico) e postar uma foto do prato bonito (digital).


Fazer uma colagem usando ferramentas digitais (digital) e depois transformar em livro físico usando costura e escrita criativa (físico). Produzir uma série de pinturas (físico), fazer o upload e gerar um QR code do álgum digital.

O figital é um jeito de pensar que se alinha com novas perspectivas para a arteterapia.

No atendimento online, por exemplo:



No atendimento presencial, por exemplo:


Com o figital podemos aproveitar o melhor dos dois mundos, respeitando inclusive, interesses e características de cada cliente.

Nessa perspectiva, a tecnologia não é uma "parafernália" de uso temporário e sim, uma chave inclusiva para novas portas.


No atendimento online para grupos, por exemplo, plataformas de desenho e colagem colaborativas podem ser especialmente válidas na formação identidade e vínculo.


Tanto no atendimento online como no presencial, plataformas e aplicativos digitais podem permitir a ampliação para técnicas mixed midia combinando fotos, video, música e

recursos expressivos.


Desenhar em aplicativo digital compartilhando a tela com o terapeuta no atendimento online, pode gerar uma sensação de maior proximidade. Utilizar o VR com softwares próprios para pintura e escultura no atendimento presencial pode trazer o benefício da

sensação de liberdade e da intensidade da experiência imersiva.

Estudos sobre o uso terapêutico do VR em psicoterapia e inclusive em arteterapia, tem crescido nos últimos anos.

E assim, com criatividade vamos explorando novas formas de fazer arteterapia sem nos afastarmos da base e da essência terapêutica.


Bianca Molica Ganuza - Psicóloga formada pela UNESP, psicoterapeuta junguiana com curso intensivo pelo Jung Institut na Suiça e arteterapeuta pelo NAPE em parceria com a FAVI - Faculdade Vicentina. Em sua trajetória profissional teve experiência em diferentes segmentos como a área hospitalar, educacional, startup de tecnologia, consultoria e em multinacional. Os processos criativos e a cultura maker sempre fizeram parte dos seus estudos e produtos, tendo explorado as dimensões da gamificação e do flow no desenvolvimento de líderes. Com tecnologia, os destaques da sua experiência são a implantação de uma universidade corporativa online para profissionais da saúde, gamificação, produção de conteúdos figitais para desenvolvimento pessoal e análise de dados de tecnologia de reconhecimento facial. Como psicoterapeuta utilizando recursos expressivos, iniciou os primeiros atendimentos online há muitos anos, para os seus pacientes que mudaram de país. Palestrante e professora da pós-graduação em Arteterapia do NAPE desde 2011.

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